Muitas discussões atuais no mundo corporativo giram em torno da relevância das soft skills e das estratégias para aprimorar habilidades como o senso crítico e a resolução de problemas. No entanto, para potencializar uma das características mais buscadas em determinados segmentos, é preciso pensar fora da caixa. Sendo assim, o ambiente pode influenciar? Entenda mais, neste Minuto Carreira.
O impacto do espaço na criatividade e inovação
“Alguns estudos científicos mostram: estimular sensorialmente os ambientes pode melhorar até 45% da nossa criatividade, então, é de suma importância a gente pensar na neuroarquitetura, no design dos cinco sentidos e como fazer uma alquimia para,de fato, conseguir mexer com as emoções das pessoas dentro de qualquer espaço”, aponta Karol Lopo, head de criação e inovação no Learning Village. Por natureza, somos sensíveis aos estímulos dos locais por onde circulamos. Eles podem desencadear respostas emocionais, cognitivas e fisiológicas positivas ou negativas. Com base nisso, está fundamentada a vertente arquitetônica pautada no estudo do cérebro ao desenhar interiores. Nesse sentido, por que não repensar a disposição, decoração e influências estéticas dos escritórios empresariais?
O apreço pelo poder inovador foi medido em um levantamento da consultoria McKinsey segundo o qual, até 2030, a demanda por profissionais criativos aumentará em até 40% na Europa e nos Estados Unidos. Já em pesquisa do Nube - Estagiários e Aprendizes, 35,73% dos respondentes compreendia essa característica como a “habilidade de gerar novas ideias”. Para 32,04%, é a capacidade de resolver desafios de forma inovadora; para 14,52% diz respeito à adaptabilidade a novas situações, pensamento fora da caixa para 11,24% e facilidade de engajar para solucionar desafios (6,46%). Tudo isso está relacionado, e é imprescindível aperfeiçoar essa questão.
Ambientes inspiradores impulsionam a criatividade
É comprovado: recintos inspiradores potencializam a originalidade. Empresas como Google e Pixar são mundialmente conhecidas por suas salas dinâmicas e livres. Conforme um estudo da Universidade de Exeter, na Inglaterra, cômodos com mais elementos naturais aumentavam a produtividade em até 15% e ajudavam a reduzir o estresse. Reconsiderar as estruturas tradicionais precisa ser uma estratégia não só relacionada à arquitetura, mas à própria cultura organizacional.
“Precisamos pensar em qual experiência gostaríamos de estimular. Então, cada pedacinho, seja a cor, formato, textura, cheiro, conseguimos trabalhar de forma estratégica para fomentar mais inovação”, completa a especialista. Sendo assim, renovar o local de trabalho, especialmente no home-office, é um passo essencial para transformar sua rotina. Invista em conforto, cores e itens visuais motivadores, como um dreamboard com seus objetivos e referências criativas.
Se você é gestor, colete opiniões dos colaboradores e avalie como otimizar o espaço coletivo. Empresas como a Farm e o Mercado Livre já apostam em componentes diferenciados, alinhados à identidade da marca. Esse pode ser um diferencial competitivo no mercado atual, ainda mais na conquista por estagiários e aprendizes da nova geração.
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