As oportunidades de aprendizagem nas empresas aquecem a empregabilidade para quem não tem experiência no mercado. Devido a modalidade ser voltada, especialmente, para entrar no primeiro emprego, existem informações fundamentais para os recém contratados. Então veja, nesta matéria, quais aspectos um jovem aprendiz precisa saber!
Quem é o jovem aprendiz?
De acordo com a lei da aprendizagem, um colaborador dessa classificação pode ter de 14 até no máximo 23 anos incompletos. Já quanto à escolaridade, o aprendiz precisa ter concluído o ensino médio ou estar cursando com regularidade, ou seja, boas notas e frequência nas aulas.
Onde buscar orientação sobre o programa de aprendizagem?
Para saber tudo sobre esse programa existem alguns caminhos, sendo o primeiro deles por meio da lei n° 10.097/2000. Em seguida, é possível pedir orientação para um agente de integração, como o Nube - Estagiários Aprendizes. Caso você já tenha um contrato, pode tirar as dúvidas com a área de recursos humanos da sua empresa.
O que todo jovem aprendiz precisa saber?
Iniciar no meio laboral mesmo novo é de muito prestígio. Porém, existem tópicos essenciais para o novato se inteirar, isso porque o programa é um tipo de contratação com algumas diferenças de uma vaga efetiva. Confira quais aspectos todo jovem aprendiz precisa saber:
Carga horária reduzida: a jornada de trabalho deve ter seis horas diárias e 30h semanais para quem está estudando. No entanto, para os concluintes, é permitida uma carga regular de oito horas por dia.
Horas extras não são permitidas: estender o horário não é permitido por lei, assim como ficar até mais tarde para compensar atrasos ou faltas.
O turno de trabalho é apenas diurno: as oportunidades não podem ser ofertadas para tarefas noturnas. A regra só se aplica a menores de idade, colaboradores com 18 anos ou mais podem cumprir uma rotina de noite.
O contrato é temporário: a contratação para esse cargo pode durar até dois anos. Ele não pode ser prorrogado ou renovado.
Existe a possibilidade de efetivação: quando a organização encontra um talento, ela pode finalizar o contrato temporário e ofertar uma vaga permanente no time.
O jovem aprendiz pode ser demitido e pedir demissão: ambas as partes podem finalizar o contrato antes de encerrar o período pré determinado.
A rotina tem dias práticos e um teórico: essa oportunidade deve conciliar prática e teoria. Por isso, o jovem precisa ir um dia da semana até uma entidade formadora, como o Saber - Instituto Brasileiro de Aprendizagem. Lá, os jovens são instruídos com conteúdos úteis para a sua jornada na companhia.
Direitos garantidos: o contrato usa como base as regras da CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, dessa forma, os direitos garantidos são o salário, férias, 13º salário, FGTS (em alíquota reduzida de 2%), e vale-transporte.
Após um ano de contrato, são 30 dias de férias: depois de 12 meses na corporação, o funcionário tem direito a 30 dias de férias. Quando o indivíduo não tira esse tempo, ele deve ser pago pela organização.
Qual o impacto dessa vaga na carreira?
Segundo Roberta Teixeira, Analista educacional do Saber, aproveitar esse espaço nas companhias pode ser transformador para a sua evolução. “Enquanto se desenvolvem, os aprendizes adquirirem experiências significativas para crescerem profissionalmente. Isso gera maiores oportunidades de efetivação e planejamento de carreira, pois estarão alinhados com a estratégia, clima e cultura da organização”, finaliza a especialista.
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