Ao final de 2019, o Índice Sodexo de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT) - uma ferramenta gratuita montada para medir a percepção dos brasileiros em relação ao cotidiano nas organizações - foi de 6,50 pontos (em uma escala de 0 a 10). Isso representa um aumento significativo de 5% em relação ao mesmo período do ano passado (6,22).
Estágio no topo
O levantamento também verificou: dentre as profissões estudadas, os estagiários são os mais realizados com a vivência no contexto corporativo, seguidos por presidência, diretoria e gerência, corretores de imóveis, cargos de coordenação e supervisão, entre outros. “Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre encerrado em outubro, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,6%, tratando-se da primeira queda na série do indicador desde o período de três meses encerrado em junho. Já no varejo, este foi o sexto mês seguido de crescimento de vendas. Essa leve melhora no nível de desocupação e no consumo das famílias pode ser uma das explicações para o crescimento das estatísticas”, explica Fernando Cosenza, vice-presidente de Marketing da Sodexo Benefícios e Incentivos.
Quem vivencia isso
Larissa Pereira conseguiu sua primeira oportunidade há menos de três meses e está super contente com os aprendizados. Atualmente, ela estuda engenharia e diz ter se encontrado na companhia onde foi admitida. “Eu sempre tive um receio de, quando entrasse no mercado, não fosse gostar de nada, mas, na verdade, eu me encontrei e tenho paixão em realizar minhas atividades”, compartilha.
Equilíbrio
A análise mostrou ainda o aumento de tópicos relacionados à qualidade de vida no universo empresarial com influência direta na percepção e experiência de um sujeito. Os crescimentos variam de 2 a 6%, sendo assuntos como saúde, bem-estar e reconhecimento os pontos mais valorizados. “O resultado mostra o descontentamento dos colaboradores com itens associados às ferramentas oferecidas pelas empresas para o desempenho de atividades. Então, apesar da pequena reação da economia, ainda há uma limitação no investimento das contratantes, impactando o ambiente como um todo”, comenta.
De acordo com Cosenza, assim como a qualidade de vida, a experiência é individual e temporal, variando de acordo com as influências culturais, tecnológicas e físicas de um certo momento. “Quando lançamos um olhar para as relações dentro da corporação, o contexto se mantém o mesmo e pode ser medido por meio de ferramentas como o IQVT”, afirma.
As adaptações na vivência no ambiente de trabalho são consideradas a próxima revolução da área de recursos humanos e coloca o colaborador no centro das decisões. “Há mais de 50 anos, a Sodexo tem o objetivo de melhorar o dia a dia das pessoas, pois elas são o centro de tudo. Logo, construir uma boa jornada traz bem-estar e aumenta a produtividade. O talento das pessoas é a próxima fronteira da competitividade”, finaliza Cosenza.
Portanto, se atente a isso para garantir maior equilíbrio no seu setor. Conte sempre com o Nube!